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- мЄĿﮎﭑaηdё

- Assim que o dia amanheceu lá no mar alto da paixão
dava pra ver o tempo ruir
cadê você? Que solidão!
Esquecera de mim?
Enfim,de tudo o que há na terra não há nada em lugar nenhum
que vá crescer sem você chegar
longe de ti tudo parou
ninguém sabe o que eu sofri
Amar é um deserto e seus temores
vida que vai na sela destas dores
não sabe voltar
me dá teu calor
Vem me fazer feliz porque eu te amo
você deságua em mim e eu oceano
e esqueço que amar é quase uma dor
Só sei viver se for por você!
Oceano
Djavan
-
03:11 - 09/06/2007
- Dan rocha

- Te recordo como eras no último outono,eras a boina cinza e o coração em calma,em teus olhos pelejavam as chamas do crepúsculoe as folhas caiam na água de tua alma.Apegada a meus braços como uma trepadeira,as folhas recolhiam tua voz lenta e em calma.Figueira de estupor em que minha sede ardia,doce jacinto azul torcido sobre minha alma.Sinto viajar teus olhos e é distante o outono:boina cinza, voz de pássaro e coração de casa,fazia onde emigravam meus profundos anseiose caiam meus beijos alegres como brasas.Céu desde um navio. Campo desde os cerros.Tua recordação é de luz, de fumaça, de tanque em calma!Mais além de teus olhos ardiam os crepúsculos,folhas secas de outono giravam em tua alma.
"(PABLO NERUDA) "
-
15:20 - 30/05/2007
- мЄĿﮎﭑaηdё

- CHEGASTE
(Kleber Matias)
És tu sem sal e ventos
pés encontrados na nudez da espuma
chegada agora
sem que saibamos ser noite ou dia
És tu pela boca sem freios
mãos assanhadas sobre rochas
olhos arrebatadores sobre minha hora
gana e vício
ouro à claridade dos desejos
-
23:46 - 23/05/2007
- мЄĿﮎﭑaηdё

- Deita à tua rendição compulsória
desnuda-te à brisa voraz
escuta o estrondar marítimo
Todos sabemos desse tempo
sem condições de fuga
Não demorará teus pêlos eriçarão
romperás em murmúrios e ais
pouco importará o leito
Apraz-me ver-te assim
desejosa impulsiva intemporal
enquanto eu não mais caiba
dentro de minha sina...
(Kleber Matias)
-
23:46 - 23/05/2007
- *efe - femme*

- TENHO SEDE DE TI...
Tenho sede!
Sede dos teus olhos,
Do brilho que irradiam.
Sede dos teus braços
E dos abraços que me concedes
Sede do toque de tuas mãos,
Nas carícias que me perpetras.
Tenho sede!
Sede dos teus lábios
E dos beijos de ti furtados.
Sede do meu corpo junto ao teu
Na busca incansável do teu prazer
Que tanto me satisfaz.
Sede do teu perfume, sede do teu sabor
Que me embriagam e me fazem tão dependente.
-
22:30 - 23/05/2007
- Fabi...anã paraguai

- uiaaaaaa! moça linda! é nóisssss......rsrsrsrs
com senso, con- sensu, sem senso, no-sense...
é só pagar direitinho meus royalties aqui na fronteira que eu te libero...pluct, plact, zummmmmm.......rsrsrsrs....bedjossss
-
12:20 - 20/04/2007
- мЄĿﮎﭑaηdё

- Augusto dos Anjos
Eterna mágoa
O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!
Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga
-
03:40 - 20/04/2007
- doce escrava

- oi, querida
ja curtia vc e agora curto muito mais,
foi bom te conhecer,
beijos
doce
-
19:51 - 15/04/2007
- **Athina

- Deixei de ser aquele que esperava*
Deixei de ser aquele que esperava,
Isto é, deixei de ser quem nunca fui...
Entre onda e onda a onda não se cava,
E tudo, em ser conjunto, dura e flui.
A seta treme, pois que, na ampla aljava,
O presente ao futuro cria e inclui.
Se os mares erguem sua fúria brava
É que a futura paz seu rastro obstrui.
Tudo depende do que não existe.
Por isso meu ser mudo se converte
Na própria semelhança, austero e triste.
Nada me explica. Nada me pertence.
E sobre tudo a lua alheia verte
A luz que tudo dissipa e nada vence.
Fernando Pessoa
-
01:53 - 16/03/2007
- **Athina

- este pequeno quase-poema eh da athina
***********************************
Athina, de quem é esse poema?
Bj.
Lis
Quase um Poema: Suplicante
Abre a porta, me deixa entrar
Trago risos, dálias, rosas,lírios...
Para enfeitar teus dias,tuas horas
Trago as mãos cheias
De pencas de amoras macias
Cachos de vinhas de outrora...
Cachos de amores e de ternuras
Cachos de tesões e de venturas...
Minha boca arde e queima
Grita teu nome e se desespera
Plena de aromas que aquecem
Plena de beijos e de preces
Plena de sede e de fome...
Trago n'alma - tua cativa!
A alegria de músicas divinas!
No corpo, morto de desejo,
Delícia de sinfonias a bailar
Segredo, gemido, grito...gozo!
Abre a porta, me deixa entrar!
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23:26 - 14/03/2007
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